segunda tertúlia

Realizamos mais uma tertúlia neste ano de 2014.

Só vos digo o seguinte: (na minha opinião) a melhor tertúlia de sempre!

Porto Business School + Isabel Paiva de Sousa (PBS) + António Andrade Dias (APOGEP) = receita de sucesso. 🙂

A Isabel foi uma pessoa que me impressionou. Tanto pela sua apresentação bem como pelo seu interesse no tema “felicidade no trabalho” / “happiness at work”.

Correu tudo muito bem e ainda tivemos a sorte de contar com umas palavras do Eduardo Santos (PBS) na abertura da tertúlia.

A próxima será no dia 18 de Junho.

Até para a semana.

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primeira tertúlia

Realizamos (com sucesso) a primeira tertúlia na passada terça-feira.

Correu tudo muito bem.

Tivemos cerca de 50 pessoas a assistir. O que não é nada mau tendo em conta que estamos a falar de um evento (que apesar de gratuito) em horário pós-laboral.

Os oradores estiveram excelentes. Tanto o meu amigo Sérgio Lourenço (PPM Coachers) como o José Coutinho Sampaio (FEUP / INEGI) portaram-se muito bem e trouxeram uma riqueza indiscutível ao evento.

Tive oportunidade de conhecer o José Coutinho Sampaio bem como rever algumas caras conhecidas.

A logística foi um desafio mas os meus companheiros de projecto, bem como o NuIEEE, estiveram à altura dos acontecimentos.

Foi uma excelente experiência.

Agora o próximo é já no dia 7 de Maio.

Eu vou dando notícias. 🙂

Até para a semana.

 

IPMA

O IPMA, tal como o PMI, poderá ser definido como uma organização de standards de gestão de projecto. Fundada primeiro que o PMI, o IPMA tem representação em praticamente todos os países europeus. Apesar deste facto, o PMI é amplamente mais conhecido (diferente de reconhecido) do que o IPMA.

No IPMA existem 4 níveis de certificação:
A – director de projectos;
B – gestor de projectos sénior;
C – gestor de projectos, equivalente ao PMP;
D – participante em projectos, equivalente ao CAPM.

Para além de algumas semelhanças, a verdade é que existem também várias diferenças. A diferença que mais me agrada e que torna (na minha opinião) o IPMA bastante mais sério e credível do que o PMI é que o IPMA não certifica ninguém sem passar no exame “da praxe” e sem uma entrevista pessoal onde o candidato tem que efectivamente comprovar que cumpre com os requisitos mínimos para a certificação que procura obter. Isto quer dizer que o IPMA assegura-se que todos os candidatos estão elegíveis para o respectivo certificado. Como vocês sabem no PMP apenas necessitamos de declarar que temos a experiência devida e a educação exigida e com um pouco de sorte não somos auditados, pois o PMI apenas audita um certo número de candidatos de forma aleatória.

Long story short, ambas tem um documento com todas as suas linhas de pensamento (PMBok no caso do PMI e NCB – National Competence Baseline no caso do IPMA) e ambas exigem a aprovação num exame. O que distingue verdadeiramente estas duas organizações:
1 – O PMI e o PMP são mais populares do que o IPMA e os seus níveis, embora a nível de reconhecimento dentro do mundo da gestão de projecto estão ao mesmo nível e possivelmente até existirá uma pequena vantagem para o IPMA;
2 – Ter um IPMA nível C significa que efectivamente a pessoa tem a experiência que alega ter;
3 – A certificação do IPMA é valida por 5 anos e a do PMI apenas por 3;
4 – A “bíblia” do IPMA (o NCB) é adaptado à realidade de cada país, pois o NCB é uma derivação do ICB – IPMA Competence Baseline enquanto que o PMBoK é global.

O IPMA inclusivamente tem uma característica que me agrada, que é a humildade, pois reconhece que o PMBoK e o NBC são de tal forma semelhantes que uma pessoa detentora de um PMP está dispensada do exame do IPMA. Mas não se enganem! Mesmo dispensados do exame os candidatos terão de ir à entrevista provar a sua experiência e os seus méritos. Já quem tem o nível C do IPMA terá de fazer na mesma o exame do PMP.

Claramente dou um “thumbs up” ao IPMA e um “thumbs down” ao PMI.

Agora com estes dados o que eu vos recomendo a nível de rentabilidade dos vossos neurónios é: Fazer a certificação do PMP e depois fazer a do IPMA nível C. Desta forma apenas fazem um exame (o do PMP) e a restante parte do IPMA (entrevista pessoal) para serem certificados. Creio que é a forma mais inteligente de se obter estas duas prestigiantes certificações sem terem de se sujeitar a 2 exames de cerca de 3 horas.

Até para a semana.

APOGEP

Fiz-me sócio da APOGEP (Associação Portuguesa de Gestão de Projectos). Planeava fazê-lo à algum tempo e depois de me informar um pouco melhor não tive dúvidas em associar-me.

A APOGEP é a maior e talvez único grupo de gestores de projecto em Portugal e oferece aos associados condições especiais na certificação do IPMA (International Project Management Association) bem como em livros, conferências, etc.

Um dos pontos que mais me atraiu na associação foi sem dúvida o networking, pois sou gestor de projecto e quero estar o mais possível envolvido no mundo da gestão de projecto.

A primeira impressão que temos da APOGEP quando acedemos ao site é que trata-se de uma associação fiável, bem organizada e que gera valor acrescentado ao mundo da gestão de projecto e aos seus associados.

Os preços de jóia e adesão são perfeitamente razoáveis e acabei por descobrir que existe uma associação idêntica em Espanha e que a APOGEP foi responsável pela organização da SGP (Semana do Gestor de Projectos) 2009 que, admito, foi um evento que (infelizmente) passou-me completamente ao lado. Aguardo com expectativa a SGP 2010.

Ao associar-me ao APOGEP inteirei-me também do IPMA e posso dizer-vos que seduz-me bastante mais do que o PMP.

Mas sobre isso falo no próximo post.

Até para a semana.