AGILE TOUR LONDON 2016 :: VIDEO

Em Outubro de 2016 fui escolhido para ir ao Agile Tour London como speaker. Na altura apresentei a minha talk: “Scrum vs ScrumAnd vs ScrumBut: Which one are you doing?”

E no mês passado foi “avisado” que o video da talk estava disponível online no website da InfoQ.

Ainda não vi a talk toda (admito que não gosto de ver os meus videos) mas achei que o exemplo que eu dei do “Ikea effect” foi particularmente feliz. 🙂

Aqui fica o link.

Até para a semana.

 

 

 

 

 

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Agile Tour London 2016 :: Scrum vs ScrumAnd vs ScrumBut: Which One Are You Doing?

Foi na passada sexta-feira que aconteceu o Agile Tour London 2016, na etc.venues, perto das estações de metro de Victoria e Pimlico.

Fui apresentar a versão melhorada da talk que tinha dado no Agile Portugal 2016: Scrum vs ScrumAnd vs Scrumbut: Which One Are You Doing?

Tive a bela surpresa de encontrar os meus amigos Daniel Carrilho e Elsa Santos no evento. 🙂

As talks do evento foram bastante interessantes e a minha teve uma excelente receptividade.

Gostei particularmente do Antony Marcano que frisou que devemos dar mais importancia ao que fazemos na nossa organização e menos ao nosso “título” dentro da organização. Falou também da diferença entre expert e especialista… onde ele acredita que um expert é um “jack of all trades and master of some” enquanto um especialista é alguém que trabalha em exclusivo num determinado dominio de conhecimento.

A Anna Obukhova deu a excelente dica que um agente de mudança, um scrum master, um agile coach para ser eficiente tem de ter pelo menos mais 10% de energia do que o grupo com que está a trabalhar.

A Helen Lisowski falou de comunicação não verbal e de “power poses” (inclusivamente mostrou uma foto do “nosso” Durão Barroso).

O Simon Powers fez um recap deste ano em que abordou temas interessantes como: agile onion, shu ha ri, kokoro, autonomy, mastery, etc. Gostei particularmente quando o Simon deixou uma provocação em relação a algo que lhe foi dito num curso de empreendedorismo que tinha feito no passado: “Cash is King!”. Ele discorda desta afirmação porque na verdade para ele o que é importante não é o dinheiro mas sim: “The number of tries you get until you run out of cash is King!”

Finalmente o Ralf Jeffery explorou o tópico de MVPs e Lean Start Up e deu um excelente exemplo de MVP por parte de Henry Ford: “The T model is available in any colour as long as it’s black”. Henry não fazia ideia da receptividade do publico perante um veiculo com teto mas sem janelas para levar pessoas do ponto A para o ponto B… daí apenas ter lançado uma versão do carro em preto para testar o mercado.

Como podem ver foi um evento muito interessante com bastantes take-aways.

Aqui ficam umas fotos minhas em “acção”:
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_mg_0378Até para a semana.

Agile Tour London 2016 :: Scrum vs ScrumAnd vs ScrumBut: Which one are you doing?

Fui escolhido para ser speaker no evento Agile Tour London 2016.

É a primeira vez que vou ser speaker em Inglaterra e até recebi este badge todo catita:
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Para além disso apareço também em dois banners promocionais:
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CthP4B8WYAAwwRb.jpgVai ser uma excelente oportunidade de melhorar a minha talk “Scrum vs ScrumAnd vs ScrumBut: Which one are you doing?” e ver a receptividade do público Londrino.

Por fim fui também entrevistado pela AWA (Adventures with Agile) e podem ver a entrevista aqui.

Estou em pulgas para que chegue dia 21 de Outubro. 🙂

Até para a semana.

Article :: Scrum vs ScrumAnd vs ScrumBut: Which one are you doing?

The 2015 State of Scrum Report tells us that Scrum is currently the most adopted agile practice.

In-spite of the massive popularity of this framework we see that organizations rarely use vanilla Scrum… using instead ScrumAnd or even ScrumBut.

ScrumAnd is basically everything that you put on top of the framework… and this is perfectly natural and shows the (agile) maturity of the organization.

ScrumBut is all that you supposedly should do… but in fact you aren’t doing: Retrospectives, Reviews, etc.

When you learn Scrum you have three different stages towards mastery: Shu Ha Ri.

Shu is when you learn the basics. In this stage you’ll learn “Vanilla” Scrum staying strictly in the Scrum Framework.

You get to the Ha stage is when you feel confident enough to start to make changes to the process. It’s in this stage that you make a very important decision:

Follow the path of ScrumAnd;

Or choose the path of ScrumBut.

If you go for ScrumAnd (choosing to put add-ons on top of the scrum framework) you’ll probably reach (someday) the Ri stage: Going beyond Scrum

On the other hand, if you choose ScrumBut (modifying the framework) you’ll almost for sure never reach the Ri stage… and probably get to the (wrong) idea that scrum doesn’t work.

Although add-ons and modifications seem quite similar… they are very different. An add-on is keeping everything you have and simply add more stuff on top. Modifications is changing what you already have… ending up with something completely different from what you had.

ScrumAnd usually goes like this: “We do Scrum… And…”

Here you have some examples of what ScrumAnd can be:

  • Estimations in points… or maybe #NoEstimates at all;
  • Sprint zero;
  • Grooming / Refinement sessions;
  • Prioritization sessions;
  • XP Practices;
  • We limit WIP (Work in Progress);
  • We do swarming (Hyperproductivity pattern);
  • We develop and test story by story (instead of having mini waterfalls inside the sprint);
  • We have all the team testing when needed (usually by the end of the sprint);
  • Our team members have t-shaped skills (cross-functional);
  • Our sprints start on Mondays and finish on Fridays (except for Bank Holidays);
  • All our teams are aligned (sprint wise)… so we all start and finish at the same days;
  • Our team size is 7+-2;
  • We invite everyone in the department to assist to our sprint reviews;
  • We release often and during the sprint without (a lot of) effort;
  • The Scrum Master is trying to be unnecessary (putting himself out of his job) coaching the team to be autonomous and self-organized;
  • We have 80% test / code coverage (unit tests wise);
  • We do code reviews (or we work with pull requests).

ScrumBut typically goes like this: “We do Scrum… But…”

Here are a few examples of what ScrumBut can be:

  • Our team members think of “my” sprint / tasks / user stories / story points instead of “our” sprint / tasks / user stories / story points;
  • We have a waterfall inside the sprint (testing only start after all the coding is “done”);
  • We have QAs / testers working outside the team / sprint;
  • QAs don’t speak to developers whenever they find bugs (processes and tools over individuals and interactions);
  • The team works for the KPIs and not for the (potential) value delivered;
  • The team can’t implement (technically) a user story without the dev lead or architect;
  • The Product Owner is a “chicken” (isn’t allowed to speak on dailies and can’t attend retrospectives);
  • We use 6 to 12 weeks sprints to “avoid pain” / “disguise problems” (e.g. releases, manual regression testing, deploys to test environments, etc.);
  • After a sprint we “stop” for 1 week of acceptance tests / bugfixing / stabilization (nonconsecutive sprints);
  • Team members arrive late to scrum ceremonies;
  • We have daily scrums away from the physical / virtual board;
  • We do BDUF (big design up front) instead of favoring emerging architectures and the lean and XP concepts of LRM (Last responsible moment), YAGNI (You aren’t gonna need it) and JIT (Just in time);
  • We have only one person on our development team;
  • In groomings / refinement sessions the Scrum Master assigns user stories to developers (command & control vs self-organization);
  • In sprint plannings we focus more in having everybody busy (due to specializations) instead of focusing on the maximum value we can deliver (output)… so we cherry pick / choose the user stories that go in the sprint taking (mostly) in consideration the favorite skills / comfort zone of each developer;
  • We don’t have a Scrum Master… and not even a Product Owner;
  • We stopped doing important things (e.g. visiting customers) because “that’s not scrum”;
  • Our team is not cross functional;
  • We have partially allocated team members (e.g. developers);
  • We have horizontal and not vertical user stories so we can’t deliver working software (increments) by the end of the sprint;
  • We split user stories between development and testing;
  • Each user story has an estimate for backend, frontend, integration and testing.

For final remarks, I believe that you shouldn’t aim for effectiveness (ScrumBut) but for efficiency (ScrumAnd).

There is nothing “wrong” in modifying the scrum framework… you just shouldn’t (probably) call it scrum! And (at least) make sure that you are doing it for the right reasons!

For what it matters… don’t forget that your goal is to make (awesome) software… and not to (just) do scrum.

 

Agile Portugal 2016 :: SCRUM VS SCRUMAND VS SCRUMBUT: WHICH ONE ARE YOU DOING?

Para gáudio dos agilistas portugueses já se aproxima mais uma edição do Agile Portugal. Esta edição de 2016, tal como o ano passado, vai ser na cidade invicta, no Porto.

Este ano voltei a ser escolhido para falar e como participo, como speaker, desde 2013 esta será a minha quarta vez seguida. 🙂

A minha talk chama-se “Scrum vs ScrumAnd vs ScrumBut: Which one are you doing?” e visa principalmente explorar os conceitos de “ScrumAnd” e “ScrumBut”.

É interessante olhar para as talks que já fiz neste evento e saber que se voltasse a fazer qualquer uma delas iria modificar o seu conteúdo… é o meu espírito de continuous improvement sempre a funcionar:

Agile Portugal 2013 – The Sky Way

Agile Portugal 2014 – Pair Programming

Agile Portugal 2015 – What I wish I knew on my first Scrum sprints

Outra novidade é que este ano faço parte da organização… o que me deixa muito feliz porque sempre quis ajudar a organizar este fantástico evento e fazer parte de uma equipa que conta com o Ademar Aguiar, a Catarina Reis, o Filipe Correia, o João Cerdeira,  a Teresa Carreiro e outras pessoas com quem me identifico pessoalmente e profissionalmente.

Até para a semana.